02 a 06.03.2026
programação do Centro da Terra
02, 09, 16, 23 e 30.03.26, segundas às 20h
Por que “Guerra”? Palavra temida que escancara o conflito, repetida na canção, metonímia de conflitos externos a nós, conflitos internos ou conflitos românticos. Sophia usa a palavra na música “Cinema total” - tudo está em guerra. Que guerra é essa? Que mundo é esse? Em último caso a vida sendo uma guerra contra a morte, o monumento fazendo guerra ao tempo, a canção fazendo guerra a desordem do universo. As grandes guerras, as pequenas guerras, as guerras. - Pra varias estamos em guerra. Não é um eixo temático, é uma provocação, é um anúncio - porque a guerra não é o estado de nada, é preciso declarar guerra.
02.03 - Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo - Sophia Chablau, Theo Cecato, Téo Serson, Vicente Tassara
09.03 - Kiko Dinucci e Jonnata Doll - Sophia Chablau, Theo Cecato, Marcelo Cabral, Kiko Dinucci e Jonnata Doll
16.03 - Juçara Marçal e Dora Morelenbaum - Sophia Chablau, Theo Cecato, Marcelo Cabral, Juçara Marçal e Dora Morelenbaum
23.03 - Negro Leo e Ava Rocha - Sophia Chablau, Theo Cecato, Marcelo Cabral, Negro Leo e Ava Rocha
30.03 - Vitor Araújo e Zé Ibarra - Sophia Chablau, Theo Cecato, Marcelo Cabral, Vitor Araújo e Zé Ibarra
PAULO PADILHA E KIM CORTADA: FILHO DE PEIXE
03.03.26, terça às 20h
Em cabeças musicais abertas, não há conflito geracional.
Paulo Padilha e Kim Cortada são pai e filho.
Neste show, dividem o palco cantando e contando canções que remetem à memória afetiva da dupla, com composições próprias e clássicos da música popular brasileira, que remetem à relação de pai e filho.
A troca geracional vem sendo cozinhada há tempos nesse caldeirão que une canções de ninar a batidas de rap, passando pela MPB, samba e forró sem preconceitos e com sutileza.
PATRÍCIA NORONHA E OLÍVIA BLANC: URRO
05, 06, 12 e 13.03.26, quinta e sexta às 20h
O que as dobras do corpo escondem e o que elas revelam a cada movimento, a cada ilusão de equilíbrio, a cada pausa? Movidas por essas questões, Patrícia Noronha e Olívia Blanc, criaram URRO. O corpo de Olívia está no palco, o de Patrícia não. Olivia atua, Patrícia dirige. Apesar disso, URRO surgiu de ambos os corpos. Olivia na cena e coreografia, Patrícia na direção e coreografia. As artistas, propositalmente, não partiram de frases, conceitos, poemas, textos, canções, músicas, palavras de ordem ou bordões. Radicalizaram, assim, a ideia de perceber e encenar aquilo que brotou ou se escondeu das dobras do corpo em movimento e em suspensão. URRO surgiu da coragem de despregar e desbravar o corpo sem a palavra, mas na língua e no som da carne. Das dobras surgiram distintas imagens e figuras que se coseram através das sonoridades produzidas pelo corpo e pelos objetos cênicos - sons, voz, respiração - transformadas ao vivo pela trilha sonora. Além de Patrícia e Olívia, URRO é fruto do encontro com Chicão e Lemos na trilha sonora, Paola Rodrigues no figurino e Beto de Faria na luz. Fazemos questão de não explicar o poema cênico. URRO é corpo e não quer contar uma estória específica, quer provocar percepção e sensações a fim de que cada espectador crie a sua própria estória a partir de sua história própria.
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YOGA NO TERRAÇO
Yoga no Terraço é um espaço criado em 2019, exclusivo para a prática de yoga, no ponto mais alto do espaço cultural Centro da Terra, com a vista privilegiada do bairro.É um coletivo de professoras de yoga, cada uma com seu estilo, modalidade e experiência, que tem em comum a missão de levar o yoga de forma genuína e com responsabilidade.




